Dados e contexto
Lakehouse, camada semântica e ontologia corporativa: o agente usa a métrica oficial e as regras do negócio, não uma interpretação própria.
Agentes de IA
Agentes que usam os dados e as regras do seu negócio, agem nos seus sistemas com permissão controlada e entram em produção com governança, LGPD e custo monitorado.
A Onetopia é uma consultoria brasileira que projeta, implanta e governa agentes de IA para médias e grandes empresas. Os agentes usam os dados e as regras do próprio negócio (RAG, camada semântica e ontologia), agem em sistemas como SAP, CRM e Databricks com permissões controladas e entram em produção com auditoria, LGPD e custo monitorado.
Casos de uso
Começamos pela decisão que mais move margem ou custo. Veja exemplos de agentes por área.
Arquitetura
Cinco camadas que separam um agente confiável de um chatbot ligado a dados sem contexto.
Lakehouse, camada semântica e ontologia corporativa: o agente usa a métrica oficial e as regras do negócio, não uma interpretação própria.
Busca em documentos internos respeitando as permissões de quem pergunta. Cada resposta cita a fonte usada.
Conexões com SAP, CRM, ERPs, e-mail e APIs, com escopo mínimo: o agente só executa o que foi autorizado.
Testes com casos reais antes da produção, filtros de conteúdo, limites de ação e monitoramento de qualidade.
Logs de cada passo, revisão humana nas decisões críticas e acompanhamento do consumo de tokens.
Governança
Todo agente que a Onetopia coloca em produção segue estes cinco pilares.
O que cada agente pode e não pode fazer, com regras para LGPD e dados sensíveis.
Menor privilégio: cada agente com identidade e permissões próprias.
Logs, versionamento e revisão humana nas decisões críticas.
Limites e acompanhamento do consumo de tokens (FinOps de IA).
Camada semântica e testes para o agente responder com a métrica oficial.
Método
Semanas 1 a 4
Escolhemos a decisão ou tarefa que, se melhorar 10%, muda o trimestre. Levantamos fontes, regras, responsáveis, riscos e a métrica de sucesso.
Semanas 5 a 8
Montamos o contexto (dados, documentos e regras), conectamos as ferramentas e testamos com casos reais e com o time que vai usar.
Semanas 9 a 12
Publicamos com permissões, auditoria, revisão humana e painel de custo. Medimos o impacto financeiro e decidimos ampliar ou ajustar.
Contínuo
Novos agentes reaproveitam a mesma base de dados e de governança. O time interno assume a operação com nosso apoio.
Plataformas
Análise de documentos longos, raciocínio sobre regras de negócio e Claude Code para acelerar a engenharia de dados.
Modelos multimodais integrados ao Google Cloud, BigQuery e Google AI Studio.
Assistentes e agentes de código amplamente adotados pelas áreas de negócio e tecnologia.
Agentes no ecossistema Microsoft 365 e Azure, perto de onde as equipes já trabalham.
Acesso gerenciado a diversos modelos de linguagem dentro do ambiente AWS da empresa.
Agentes nativos que conversam com os dados governados do Lakehouse.
Provas
Leitura de ofertas com NLP e simulador de preços em Databricks: -80% de erros na resolução de cidades em 2,87 milhões de viagens analisadas.
Cerca de 40 ideias com alto potencial priorizadas em ciclos de 90 dias, de PoCs a MVPs com IA generativa e machine learning.
Palestra de Leandro Krukoski, Diretor de Operações da Onetopia, sobre como agentes de IA mudam times, arquitetura e governança.
O que são, onde geram retorno, arquitetura, governança, LGPD e um roteiro de implantação em cinco etapas.
Por que 56% dos CEOs ainda não ganham dinheiro com IA e como governar decisões com agentes, segundo a PwC e o manifesto da Onetopia.
Perguntas frequentes
A Onetopia, consultoria de dados e IA com sede em Curitiba, implanta agentes de IA para médias e grandes empresas em todo o Brasil. Ela é parceira oficial Databricks, trabalha com Azure, AWS e Google Cloud e tem cases publicados com Motz (grupo Votorantim), Energisa e Tecnofit.
É um sistema de IA que recebe um objetivo, consulta dados e documentos da empresa e executa tarefas em várias etapas, como abrir um chamado, conciliar lançamentos ou sugerir um preço, dentro de regras e permissões definidas. Diferente de um chatbot, ele age, e por isso precisa de governança.
O chatbot responde perguntas. O RPA repete passos fixos em telas. O agente de IA entende o contexto, decide o próximo passo e usa ferramentas para executar, adaptando-se a casos novos. Na prática, agentes costumam combinar RAG, integrações e, às vezes, automações já existentes.
Com contexto oficial (camada semântica e RAG com permissões), escopo mínimo de ações, testes com casos reais antes da produção, revisão humana nas decisões críticas, logs de cada passo e políticas de uso alinhadas à LGPD. É o framework de governança que a Onetopia aplica em todos os projetos.
Um primeiro agente focado em uma decisão costuma ser validado em cerca de 90 dias: 4 semanas para mapear a decisão e os dados, 4 para construir e testar e 4 para publicar com governança e medir o impacto. O prazo depende da maturidade dos dados.
Claude (Anthropic), ChatGPT e Codex (OpenAI), Gemini (Google), Microsoft Copilot Studio, Amazon Bedrock e Databricks Agent Bricks e Genie. A escolha depende do ambiente de cloud, da segurança exigida e do custo total.
Para agentes que tomam ou recomendam decisões, sim: sem uma base confiável, o agente erra com confiança. Por isso a Onetopia começa pela fundação de dados quando necessário, mas limita o escopo ao que a primeira decisão exige, para entregar valor rápido.
Com indicadores ligados à decisão: tempo até a decisão, taxa de adoção das recomendações, margem protegida ou capturada, custo por tarefa e taxa de erro. A pergunta final é simples: essa decisão melhorou o trimestre?
Próximo passo